quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Um breve histórico do Aikido em Aracaju
O Aikido apareceu no início da década de 90 em Aracaju, com o professor Valdenberg Araújo. Já tinha praticado Karatê e quando foi fazer um mestrado em matemática em São Paulo, resolveu voltar a treinar. Procurou uma academia que também tinha aulas de Aikido, ele viu uma aula e resolveu praticar. Durante os anos que morou lá, revesava as aulas na universidade com os treinos no dojo supervisionado pelo sensei Severino Sales (presidente da FEBRAI).
Quando retornou à Aracaju, ainda faixa azul, resolveu montar um grupo, ligado a FEBRAI e com a orientação do Sensei Severino Sales. No começo dos anos 2000 o professor Valdenberg resolveu desfiliar-se da FEBRAI, já existiam vários graduados, e a alguns deles resolveram ficar, seguindo o sensei Valdenberg foi também seu mais fiel aluno, prof. Antonio Mendonça, que juntos solicitaram a orientação do Shihan Wagner Bull e filiaram-se a Confederação Brasileira de Aikido - Brazil Aikikai, criando a Associação Sergipana de Aikido.
Paralelamente, chegava a cidade em 2000, vindo de Recife, o instrutor Luciano Larré, na época "cinto verde", filiado a Tenchi Internacional do Hanshi Georges Stobbaerts - Hachidan BNK em Aikido, grupo não filiado a Fundação Aikikai - Hombu Dojo do Japão. Ele funda a Tenchi Internacional Sergipe.
Em 2006 o grupo da FEBRAI é novamente dividido. Recem desfiliados da Federação, o instrutor Josemar Dias junto com Tiago Santana (na época faixa marron) e mais outro aluno, foram à São Paulo solicitar a filiação ao Instituto Maruyama de Aikido, do sensei Roberto Maruyama (atual presidente da Confederação Brasileira da Aikido). A partir daí mais um grupo se forma, o Instituto Makoto de Aikido. No ano seguinte é a vez do Tiago Santana sair do Instituto Makoto e fundar a Escola de Aikido de Sergipe, existindo atualmente duas escolas supervisionadas pelo sensei Maruyama em Aracaju.
Em 2008, um aluno 2º Kyu, Felipe, do professor Paulus Tertius de Maceió, ligado ao Sensei Larry Reynosa dos Estados Unidos (antigo aluno de Steven Seagal) começa a dar aulas na cidade.
No final 2009 é a vez do aluno do professor Coutinho de Maceió, ligado ao Sensei Wagner Bull, Manoel Bisneto (1º Kyu) montar seu grupo.
Para uma cidade de 570.000 habitantes (segundo o Wikipédia), a quantidade de grupos de aikido é bem grande. Alguns são mais isolados e "não se misturam", outros são mais abertos. Finalmente temos representante de várias instituições aqui, cada uma com seus mestres e suas regras é só escolher e treinar.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Devagar vou aprendendo
"Ser útil é o que importa. A gratidão alheia é um detalhe sem importância." Confúcio.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Marketing pessoal
Tem gente que não cabe mais num elevador vazio. Auto-promoção, se achar, esse é o lance. Sempre foi assim, só que com essa enxurrada de informação, só encontramos isso. Até eu quase entrei nessa onda, mas passou. Tem de tudo, o título é o que vale. Pra ser mestre vale entrar numa sociedade secreta, montar um grupo de Aikido (ops, artes marciais), igrejas, sair loucamente atrás de um mestrado só pra ter o título. Na minha cabeça não entra, só em ter 30, 40 anos já não dá pra ser mestre de coisa alguma. E não adianta dizer que estudou muito, passou horas sofrendo com livros, blá, blá, blá, caixinha de fósforo. Já escrevi um post a tempo sobre o que eu acho. Pra mim, mestre tem que ter vivência, experiência, conhecimento, só assim dá pra ensinar algo, e isso só vem com o tempo. O resto é instrutor. Quer que eu te chame de doutor? Faz um doutorado e aplica o que estudou, aí te chamo de doutor. Tem alguns médicos que chamo de doutor, mas não são todos. Juiz de direito também, senão dá cadeia. Tem enfermeiro que adora trabalhar com o pessoal mais humilde só pra ser chamado de "doutor", é de dar dó.
O pior, um monte de gente igual, que gosta dos CQCs da vida e segue os conselhos do Arnaldo Jabor, com falsos moralismos, e mantendo o ar de boazinhas e justas, só pra que os com "menos conhecimento" curvem-se aos seus pés.
Respeito quem sabe se posicionar e sabe quem e o que é. Pra esses os títulos virão naturalmente, sem muita propaganda. Antes disso, tem um ditado que diz: "Aquele que quer ocupar um lugar no universo que ainda não lhe for por este destinado naturalmente, atrai pra si não somente a ira dos deuses mas também dos demónios."
O pior, um monte de gente igual, que gosta dos CQCs da vida e segue os conselhos do Arnaldo Jabor, com falsos moralismos, e mantendo o ar de boazinhas e justas, só pra que os com "menos conhecimento" curvem-se aos seus pés.
Respeito quem sabe se posicionar e sabe quem e o que é. Pra esses os títulos virão naturalmente, sem muita propaganda. Antes disso, tem um ditado que diz: "Aquele que quer ocupar um lugar no universo que ainda não lhe for por este destinado naturalmente, atrai pra si não somente a ira dos deuses mas também dos demónios."
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Arigato significa obrigado, e só!
Um amigo, filho de japonês, me contou de "arigato" vinha do "obrigado" em português, já que os portugueses foram os primeiros a chegar no Japão. Eu, sem pesquisar, reproduzi essa estória algumas vezes. Ledo engano. No link conta a origem que agora, acredito ser a mais coerente.
http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/2009/04/28/arigato-vem-de-obrigado/
http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/2009/04/28/arigato-vem-de-obrigado/
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Estórias de caçador
Acordei cedo, as 4h da manhã. Dia de caçada você tem que se preparar adequadamente. Eu e meu avô munidos de .22 e facas. A missão era clara, caçar uma onça. Já eram quase 05:30 quando saímos de casa em direção ao sertão, nos separamos na cancela, agora cada um por sí. O sol da manhã já estava bem quente e parecia que o dia não seria tão produtivo, quando ouvi estalos característicos, a sorte perecia me sorrir. Esgueirei na mata e avistei a "ditacuja", me aproximei o máximo que podia, mirei bem, e apertei o gatilho para o tiro fatal... que falhou. O barunho do "cão" batendo sem efeito chamou a atenção da onça, que partiu em minha direção determinada a me encontrar. Não esperei um segundo e corri na direção oposta, quebrando o mato seco e sentindo que o bicho se aproximava, quando, num momento de desatenção, errei o caminho e dei de cara com um barranco impossível de subir. Tentei voltar mas o animal rabioso me cercou, procurei a faca mais percebi que esta caiu na fuga, não tinha jeito, me concentrei nos olhos da fera, e ela parou. Fiquei em posição de combate, com as minhas chances sabia que era o melhor a fazer. Ela se posicionou para o bote e eu, fitado nos seus olhos, poderiam ser meus últimos momentos, definitivamente agora eu era a caça. Finalmente ela saltou, um golpe rápido buscando meu pescoço, me movimentei lateralmente desviando de suas garras e rapidamente enfiei meu braço direito guela abaixo do bichano, que, devido a velocidade engoliu até o meu ombro, meus dedos tocaram o rabo do bicho, agarrei e num segundo movimento puxei com toda força. O bicho virou ao avesso, abatido, e eu salvo. É a mais pura verdade.
Eu, pronto para a caçada
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